23/09/2009
Δεν ξέρω αν μπορώ να μείνουν μαζί σας πια.
14/09/2009
Reflexão - Citações de Sócrates
http://pt.wikiquote.org/wiki/Socrates
- "Penso que não ter necessidade é coisa divina e ter as menores necessidades possíveis é o que mais se aproxima do divino."
- "O que deve caracterizar a juventude é a modéstia, o pudor, o amor, a moderação, a dedicação, a diligência, a justiça, a educação. São estas as virtudes que devem formar o seu carácter".
- "Em todo o caso, casai-vos. Se vos couber em sorte uma boa esposa, sereis felizes; se vos calhar uma má, tornar-vos-eis filósofos, o que é excelente para os homens".
- "É preciso que os homens bons respeitem as leis más, para que os homens maus respeitem as leis boas."
- "Não te contentes em admirar as pessoas bondosas. Imite-as."
- "Aquele a quem a palavra não educar, também o pau não educará."
- "Eu não posso ensinar nada a ninguém, eu só posso fazê-lo pensar."
- "Deixe quem desejaria mudar o mundo primeiro mudar a si mesmo."
- "Quatro características deve ter um juiz; ouvir cortesmente, responder sabiamente, ponderar prudentemente e decidir imparcialmente."
- "Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade."
- "Sábio é aquele que conhece os limites da própria ignorância."
- "O que temos de fazer é instruir e não proibir."
- "É costume de um tolo, quando erra, queixar-se dos outros. É costume de um sábio queixar-se de si mesmo."
- "Nosce te ipsum." Tradução: "Conhece-te a ti próprio."
- "A eloqüência é a arte de aumentar as coisas pequenas e diminuir as grandes."
- "A ociosidade é que envelhece e não o trabalho."
- "A administração é uma questão de habilidades,e não depende da técnica ou experiência. Mas é preciso antes de tudo saber o que se quer."
- "Transforme as pedras que você tropeça nas pedras de sua escada."
- "Um homem desregrado não pode inspirar afeto; é insociável e fecha as portas à amizade."
13/09/2009
Epaminondas
Primeira invasão do Peloponeso
Durante quase um ano depois da vitória de Leuctra, Epaminondas se ocupou na consolidação da confederação de Beócia, exortando a pólis de Orcomeno, que até então tinha estado alinhada com Esparta, que se unisse à Liga. No final de 370 a.C., contudo, dado que os espartanos comandados por Agesilau se encontravam lutando para disciplinar Mantineia, Epaminondas decidiu capitalizar sua vitória mediante uma invasão do Peloponeso que pusesse fim ao poder espartano de uma vez por todas. Forçou o passo através das fortificações no istmo de Corinto e marchou ao sul até Esparta, enfrentando contingentes espartanos e seus aliados ao longo do caminho.
Em Arcádia expulsou o exército espartano que ameaçava Mantineia, e logo supervisionou a fundação da nova cidade de Megalópolis e a formação de uma Liga Arcádia modelada à imagem da Confederação Beócia. Mais ao sul, cruzou o rio Eurotas, na fronteira com Esparta, que nenhum exército hostil havia chegado a atravessar antes na história. Os espartanos, que não desejavam enfrentar um exército tão massivo, se refugiaram atrás dos muros de sua cidade, enquanto os tebanos e seus aliados saqueavam a Lacônia. Epaminondas voltou rapidamente a Arcádia e logo retomou a marcha até o sul, desta vez até Messénia, território que havia sido conquistado por Esparta cerca de 200 anos antes. Reconstruíram a antiga cidade de Messene sobre o monte Itome, com fortificações comparadas às mais fortes da Grécia. Depois enviou uma chamada a todos os exilados messênios espalhados por toda a Grécia para que voltassem e reconstruissem seu país.
A perda de Messénia foi, particularmente, daninha para os espartanos, dado que seu território compreendia um terço do total de Esparta, e continha metade de sua população de hilotas.
Em poucos meses, Epaminondas havia criado dois novos estados inimigos de Esparta, havia atacado o alicerce de sua economia e devastado seu prestígio. Uma vez cumprido tudo isto, dirigiu seu exército vitorioso de volta para casa.
Juízo
Em sua volta para casa, Epaminondas não encontrou uma recepção digna de um herói, senão um juízo preparado por seus inimigos políticos. O cargo do qual se lhe acusava era de haver retido seu posto à frente do exército mais tempo do que se permitia constitucionalmente, o qual era indiscutivelmente certo: Epaminondas havia convencido ao resto dos Beotarcas para permanecer no campo de batalha por vários meses depois que seu cargo houvesse expirado, ainda que houvesse feito para poder cumprir tudo o que se havia proposto no Peloponeso. Em sua defesa, Epaminondas somente solicitou que, se fosse executado, a inscrição que aparecesse no veredicto dissesse:
Batalha de Mantineia
Em vista desta oposição crescente ao domínio tebano, Epaminondas enviou sua última expedição ao Peloponeso em 362 a.C.. O principal objetivo da expedição era submeter Mantineia, que havia se oposto à influência tebana na região. Contudo, ao se aproximar de Mantineia, Epaminondas recebeu a notícia de que haviam enviado tantos espartanos para defender a cidade que a própria Esparta havia ficado quase indefesa. Vendo uma oportunidade, Epaminondas marchou até a Lacônia à maior velocidade possível.
A notícia da mudança de rumo de Epaminondas chegou ao rei Arquídamo III de Esparta através de um mensageiro, e este teve tempo suficiente para preparar a chegada de Epaminondas, que se encontrou com uma cidade bem defendida em sua chegada. Epaminondas, esperando que seus adversários tivessem deixado a defesa de Mantineia em sua pressa por proteger Esparta, voltou a marchar para sua base de Tegeia e enviou sua cavalaria a Mantineia, ainda que um encontro fora das muralhas com a cavalaria ateniense tenha frustrado, também, esta nova estratégia.
Vendo que seria necessária uma batalha de hoplitas para preservar a influência tebana no Peloponeso, Epaminondas preparou seu exército para o combate.
O que se produziu na planície em frente a Mantineia foi a maior batalha hoplita da história da Grécia. Participaram quase todos os estados gregos, de um lado ou de outro. Com Beócia se aliaram uma série de grupos, os tegeus, os megalopolitanos e os argivos entre eles. Do lado de Mantineia e Esparta estavam também os atenienses, elisanos e muitos outros. As infantarias de ambos exércitos eram de 20.000 a 30.000 homens.
Como em Leuctra, Epaminondas colocou os tebanos à esquerda, opostos aos espartanos e mantineanos, com os aliados à direita. Nas laterais colocou uma importante força de cavalaria reforçada com infantaria. Com isso esperava conseguir uma rápida vitória nos combates de cavalaria e começar a romper a falange inimiga.
A batalha se desenvolveu como Epaminondas havia planejado: as forças das laterais fizeram retroceder a cavalaria de Atenas e Mantineia e iniciaram o ataque às falanges inimigas. Na batalha entre os hoplitas houve um breve equilíbrio inicial, mas logo os tebanos conseguiram romper as linhas espartanas, e a falange inimiga completa foi disposta em fuga. Parecia que seria uma nova vitória decisiva de Tebas baseada no modelo de Leuctra mas, quando os vitoriosos tebanos se lançaram em perseguição aos inimigos, Epaminondas foi ferido mortalmente. Morreu pouco depois.
À medida que a notícia da morte de Epaminondas se estendia no campo de batalha de um soldado a outro, os aliados cessavam a perseguição ao exército derrotado, como uma prova da importância central de Epaminondas na guerra. Xenofonte, que termina seu relato com a Batalha de Mantineia, faz o seguinte comentário sobre o resultado do combate:
Com suas últimas palavras, se diz que Epaminondas aconselhou aos tebanos que promovessem a paz, dado que não haveria ninguém mais que os pudesse liderar. Depois da batalha se firmou uma paz comum, passada no statu quo.
As biografias escritas sobre Epaminondas descrevem-no sempre como um dos personagens mais capazes dos que apareceram nas cidades-estado gregas em seus últimos 150 anos de independência. Em assuntos militares se encontra acima de qualquer outro tático na história grega, com a possível exceção de Filipe II da Macedônia, ainda que alguns historiadores modernos tenham questionado sua visão estratégica mais ampla. Sua estratégia em Leuctra lhe permitiu derrotar a temida falange espartana com uma força menor, e sua decisão de negar o uso do lado direito foi a primeira utilização registrada deste tipo de estratégia militar em campo de batalha. Muitas das mudanças táticas que implementou seriam logo usadas por Filipe II, que passou muito tempo em sua juventude como refém em Tebas, e é possível que, inclusive, tenha aprendido diretamente com Epaminondas. Victor Davis Hanson sugeriu que a formação filosófica de Epaminondas pode ter contribuído com o desenvolvimento de suas habilidades como general.
Em questão de caráter, Epaminondas estava fora de toda repreensão aos olhos dos antigos historiadores que estudaram sua vida. Seus contemporâneos elogiavam-no por desdenhar a riqueza material, compartilhando todas as suas posses com os amigos e repudiando os subornos. Ao que parece, sendo um dos últimos herdeiros da tradição pitagórica, viveu uma na simplicidade e na ascese, inclusive quando sua liderança lhe catapultou até a posição mais alta, o comando de toda a Grécia.
De certo modo, Epaminondas alterou de forma dramática a face da Grécia nos 10 anos em que foi a figura principal da política. No momento de sua morte, Esparta havia sido golpeada, Messénia havia sido libertada e o Peloponeso se organizou completamente. Partindo de outro ponto de vista, porém, deixou para trás uma Grécia não muito diferente da que já havia antes: as inimizades e as amargas diferenças que haviam envenenado as relações entre as pólis durante séculos continuavam tão profundas ou mais em relação ao que eram antes de Leuctra. A guerra brutal entre as distintas facções que houve na Guerra do Peloponeso e até então continuou igual, até que o surgimento da Macedônia como potência militar principal terminou com ela para sempre.
Em Mantineia, Tebas enfrentou as forças combinadas dos maiores estados da Grécia, mas a vitória não lhe supôs nenhuma vantagem. Com Epaminondas fora de cena, os tebanos voltaram a sua tradicional política defensiva, e, alguns anos depois, Atenas substituiu-os na liderança do sistema político grego. Nenhum estado grego voltou a submeter Beócia da mesma forma em que se havia visto submetido durante a hegemonia espartana, mas a influência de Tebas foi se esfumando rapidamente no resto da Grécia. Finalmente, na Batalha de Queronea, as forças combinadas de Tebas e Atenas, juntas numa tentativa desesperada de resistir a Filipe da Macedônia, foram derrotadas de forma esmagadora e a independência de Tebas chegou a seu fim. Três anos depois, empurrados por um falso rumor de que Alexandre, o Grande teria sido assassinado, os tebanos se rebelaram, e Alexandre esmagou a revolta e destruiu a cidade, massacrando ou reduzindo à escravidão todos os seus cidadãos.
Somente 27 anos depois da morte do homem que se fez preeminente em toda Grécia, a cidade de Tebas foi apagada da face da Terra. Sua história que havia durado um milênio, foi finalizada em poucos dias.
Epaminondas, portanto, é recordado por igual como libertador e como destruidor. Foi considerado tanto no mundo grego quanto no romano como um dos maiores homens da história. Cícero elogiou-o como «o primeiro homem, em minha opinião, da Grécia» e Pausânias escreveu um poema honorário para sua tumba:
As ações de Epaminondas foram, sem dúvida, bem-vindas pelos messênios e por outros aos quais ajudou em sua campanha contra Esparta. Esses mesmos espartanos, contudo, estiveram no centro da resistência às invasões persas do século V a.C., e sua ausência, sem dúvida, foi notada em Queronea. A guerra interminável da Grécia, na qual Epaminondas tirou proveito de um papel central, debilitou as cidades da Grécia até que não puderam se manter independentes frente aos vizinhos do norte. Enquanto Epaminondas lutava para assegurar a liberdade de Beócia e de outros gregos, aproximou o dia em que toda Grécia seria submetida por um invasor. Victor Davis Hanson sugere que Epaminondas pode ter planejado a criação de uma Grécia unida, composta por federações democráticas regionais, mas se esta opinião é certa, o plano nunca chegou a ser posto em prática. Apesar de todas suas nobres qualidades, Epaminondas foi incapaz de superar o sistema grego de cidades-estado, com sua rivalidade endêmica e sua guerra contínua, pelo que deixou a Grécia ainda mais arrasada pela guerra, mas igualmente dividida, assim como havia encontrado.
Referências
- ↑ Customer Reviews - "The Soul of Battle: From Ancient Times to the Present Day, Three Great Liberators Vanquished Tyranny"
- ↑ Victor Davis Hanson, The Soul of Battle.
- ↑ 3,0 3,1 3,2 3,3 Plutarco, Vida de Pelópidas.
- ↑ Atheneo, Deipnosophists, 605-606.
- ↑ Plutarco, Diálogo sobre el Amor (Moralia 761).
- ↑ O restante da informação desta seção na qual não se cita expressamente outra fonte, procede de Cornélio Nepos, Vida de Epaminondas.
- ↑ Toda a informação desta seção procede de J.V. Fine, The Ancient Greeks: A Critical History.
- ↑ Xenofonte, Hellenica 5.4.10-19.
- ↑ Todos os detalhes relacionados à confederação beócia e sua política procedem de Hanson, The Soul of Battle.
- ↑ Plutarco, Vida de Agesilao.
- ↑ Para estes fatos e a descrição da batalha, veja: Diodoro, Library 15.52-56, Xenofonte, Hellenica 6.4.4-20, e Plutarco, Vida de Pelópidas. Para uma síntese, veja Fine, The Ancient Greeks.
- ↑ 12,0 12,1 12,2 12,3 Hanson, The Soul of Battle.
- ↑ Para a invasão e liberação de Messénia veja Diodoro, Library 15.66, Xenofonte, Hellenica 6.5.27-32, e Plutarco, Vida de Pelópidas. Para uma síntese, veja Fine, The Ancient Greeks.
- ↑ Cornélio Nepos, Vida de Epaminondas.
- ↑ 15,0 15,1 15,2 Fine, The Ancient Greeks.
- ↑ Fine, The Ancient Greeks
- ↑ Xenofonte, Hellenica 7.1.41-43..
- ↑ Para esta campanha e a batalha de Mantineia, veja Diodoro, Library 15.82-89, Xenofonte, Hellenica 7.5.9-27, e Plutarco, Vida de Agesilao. Para uma síntese, veja Fine, The Ancient Greeks.
- ↑ James F. Lazenby, "Epaminondas", de The Oxford Classical Dictionary, Hornblower, Simon, and Antony Spawforth ed.
- ↑ Pausanias, Descrição da Grécia 9.15.6.
- http://pt.wikipedia.org/wiki/Epaminondas
02/09/2009
Dor
Mas nem tudo são louros, a dor do amor ferido e não recíproco, é das chagas a pior, é um câncer que consome seus planos, depois os seus sentimos, e por ultimo a saúde... a dor do amor, mata mais do que o cigarro, as drogas, os vícios como um todo juntos... ele devora a sua esperança na vida e de felicidade na terra, devora seus valores, devora sua coragem... e por ultimo, como se nada mais restasse ao homem... devora o seu corpo, através da sua mente, quando se nega à alimentar-se, pois a tristeza leva ao colapso dos pensamentos racionais, logo nega-se o cuidado pessoal e o sentimento de preservação se vai... não há nada mais para preservar, porque a única esperança de alegria na terra está no amor, certeza que muitos apesar de sentirem... não conseguem perceber até esvair-se pelos pulmões. E dessa forma se vive, até o fim ou um novo começo que pode não vir em tempo.
Hoje, faço silêncio pela dor que sinto por alguém... um amor que transformei em ódio; e desse ódio tenho sobrevivido. Amor? não... eu enchi o meu coração de ódio quando o amor se esvaiu pelos meus pulmões para nunca mais voltar, perdi um pedaço de mim, e tenho vivido com dificuldade, mas nunca vivi tão intensamente e nunca fui tão livre, estou enebriado pelas paixões mundanas... algo que eu sempre evitei quando sentia amor e acreditava nele, acho que falhei na minha busca e errei quando escolhi um ideal... talvez! vejamos o que o tempo me reserva, o fim, ou a sublimação de uma provação árdua que sufoca o que eu realmente sou por dentro da minha alma.
Sinal inequívoco de que, eu nunca mais serei quem eu fui... e não mais amarei alguém assim, como amei, pois a covardia e o medo dos mesmos erros aterrorizam aqueles que buscam a eternidade através do acerto e da experiência.
Até os homens da guerra, sofrem por amor.
Que isso sirva de experiência, para os bravos que levatam hoje seus estandartes, pois logo depois da ascenção há a queda!
Em guarda homens!
AAAARÊTÉ!!!!!!!!